É preciso desmistificar algumas coisas em relação as imagens das criaças passando fome, com prato vazio na mão, que são mostradas nas campanhas de arrecadações por exemplo.
Essas imagens são usadas com forte apelo a emoção, mas, ora, se existe uma criança - obrigatoriamente - existem os pais dela, os progenitores (crianças não aparecem do nada!). Geralmente, antes de seu nascimento, os pais já não tinham condições de criá-las, por razões financeiras, psicológicas, etc. Portanto, não adianta dar apenas comida e casacos para essas crianças, é preciso ir também exatamente na raíz do problema: os pais irresponsáveis que fazem filhos sem as menores condições de mantê-los.
Além da comida, das roupas, e dos demais cuidados básico, é preciso fazer o controle da natalidade nesses casos, através de meios como a laqueadura e vasectomia no casal responsável por colocar aquela criança no mundo, evitando que tenham mais filhos.
Com esta simples medida, haverá menos crianças nos sinais, ruas, etc; haverá menos competição por recursos, uma vez que existirão menos pessoas para consumí-los; o Estado terá redução de despesas, pois não precisará criar tantos centros de ajuda e programas sociais que demandam logística de recursos, salário de empregados e manutenção de estabalecimentos; os hospitais públicos vão desafogar, pois menos pessoas significa menos contaminações, traumatismos, etc; diminuirá a criminalidade, visto que uma criança desorientada na vida tem grandes chances de entrar para o mundo do crime; enfim.
O problema dessas crianças não deve ser encarado apenas como omissão do Estado, e este não deve se sentir coagido em destinar recursos para a exploração espacial, arqueológica, ou filosóficas (coisas que aparentemente são fúteis). Este é um problema de saúde pública onde a responsábilidade reside nas mãos dos governantes e na da sociedade.
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