Mas mesmo que a vida tivesse um sentido, por exemplo: navegar na internet. Você poderia se perguntar "e por que eu tenho que navegar na internet?" e investigar o porquê de o sentido da vida ser navegar na internet, suponha que você descubra que navegar na internet faz bem a mente, você poderia se perguntar "por que internet faz bem a mente?" e começar mais uma nova jornada em busca deste nova "resposta".
Isto pode ser resumido em: por mais que a vida pareça ter um sentido, você pode se questionar sobre este sentido e buscar suas "verdadeiras" raízes, estas raízes irão se aprofundando cada vez mais pois para cada resposta existe uma nova pergunta.
Aqueles que quiserem um sentido para a vida apenas o inventem e não o contestem, a menos que queiram viver o resto da vida a pesquisar o porquê dos porquês.
Saudações!
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